Os 7 erros comuns na previdência

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Com o ingresso da classe C no mercado de previdência, cresceram os planos com aportes mínimos menores e democratizaram este investimento.

Os pais ainda representam 90% dos contratantes deste produto, seguindo pelos avós (6%), tios (2%) e padrinhos ou outros familiares (2%).

O principal objetivo deles é garantir que os segurados tenha acesso a educação de qualidade e a uma boa formação profissional. Para isso reservam cada vez mais.

Desenvolver o hábito de poupar e ensinar aos filhos  é uma escolha um tanto quanto acertada. Apesar de alguns escolherem corretamente pela previdência, há quem cometa erros na hora de contratar um plano de previdência. Veja os sete erros de quem contrata o plano.

 

1. Não ter previdência e contratar para o filho

Você corre o risco de não conseguir manter o padrão na aposentadoria ou de depender dos outros na velhice. A melhor ajuda que os pais podem dar ao filho é que ele não tenha de sustentá-los no futuro. Ter uma reserva financeira para cumprir com os compromissos é a melhor alternativa.

 

2. Não saber qual é o rendimento real

Faça as contas antes de fechar o negócio. Quem vende esse tipo de produto pode calcular a rentabilidade considerando apenas a taxa Selic. Mas o correto é usar a taxa de juro real, que é a Selic descontada da inflação, e considerar as cobranças que incidem sobre a aplicação.

 

3. Não pesquisar taxas

Ainda tem muita gente que paga caro por esses planos sem saber, por exemplo, que muitos não cobram taxa de de carregamento, que pode incidir tanto na entrada, sobre o valor da contribuição, quanto na saída, sobre o total. Uma mordida de 3% ou até mais, logo de partida é bem pesada.

 

4. Assumir compromisso com aportes mensais altos

Caso as contribuições não sejam compatíveis com a renda familiar, são grandes os riscos de interromper a capitalização ou de fazer dívidas para continuar investindo.

 

5. Mudar de ideia no meio do caminho

Uma das vantagens de fazer previdência é não ter de pagar imposto no momento do investimento. Se o dinheiro for retirado antes da hora, perde-se esse benefício. Outro erro é não verificar se há taxa de saída, cobrada em caso de resgate antecipado.

 

6. Optar por planos muito conservadores

Quando você tem o longo prazo a favor da aplicação, o ideal é correr mais riscos. Por exemplo, optar por fundos que destinam parte do dinheiro para ações. Eventuais perdas no curto prazo ou no médio prazo podem ser recuperadas, de forma vantajosa, mais tarde.

 

7. Contratar um plano para deixar de herança

Se a intenção é garantir o futuro dos filhos em caso de morte, pode ser mais interessante fazer um seguro de vida. A apólice não entra em inventário e não tem incidência de Imposto de Renda.

 

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Gabriel Pozzetti

Gabriel Pozzetti é investidor desde 2006 e trader, certificado ANCORD, CPA-20 e PQO Mesa. Se aprimorou nos Estados Unidos e hoje tem como missão ensinar pessoas a proteger seu dinheiro e encontrarem investimentos de alta rentabilidade e ajuda investidores ambiciosos a terem sucesso.

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